sábado, 29 de julho de 2017

Novo teste de míssil intercontinental deixa EUA ao alcance da Coreia do Norte



O líder norte-coreano, Kim Jong-un, afirmou que o segundo teste com um míssil balístico intercontinental (ICBM), realizado na sexta-feira, coloca o território dos Estados Unidos ao alcance de um ataque de Pyongyang, avança a agência norte-coreana KCNA.




Kim Jong-un afirmou que o teste demonstrou a capacidade da Coreia do Norte para disparar "em 
qualquer lugar, a qualquer hora", de acordo com a agência estatal

"O líder declarou orgulhosamente que o teste confirma que o território continental dos Estados Unidos está dentro do nosso alcance de tiro", acrescentou. A KCNA disse que Kim expressou "grande satisfação" após o míssil Hwasong-14 ICBM, que tinha sido lançado pela primeira vez a 4 de julho, atingir uma altura máxima de 3.725 quilómetros e viajar 998 quilómetros, do ponto de lançamento até cair em águas próximas do Japão. Kim disse que o lançamento de sexta-feira enviou um "sério alerta" aos Estados Unidos, que têm vindo a fazer ameaças de guerras e novas sanções, cita a KCNA. O míssil caiu no Mar do Japão. O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, já convocou uma reunião do Conselho Nacional de Segurança. Mísseis podem atingir todo o território americano A agência Reuters cita fontes militares americanas que expressam a sua preocupação com a evolução da capacidade bélica da Coreia do Norte. Especialistas admitem que os mísseis intercontinentais coreanos já conseguiriam atingir todo o território americano. O trajeto dos mísseis intercontinentais leva-los-ia a entrar em território americano pela costa oeste, mas estas armas têm alcance para chegar à costa ocidental e atingir cidades como Chicago ou Denver. Um mapa elaborado pela BBC mostra os diferentes graus de alcance dos mísseis norte-coreanos.




Portugal sem incêndios ativos na manhã deste sábado



Cerca das 10h00 deste sábado não havia nenhum incêndio ativo em Portugal continental, disse à agência Lusa a adjunta de operações da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC). "Apesar das 25 ocorrências que já registámos desde a meia-noite não há neste momento incêndios ativos em Portugal continental", adiantou Patrícia Gaspar. Na sexta-feira ainda foram registadas algumas ocorrências e durante a madrugada foi possível dominar o incêndio de Mangualde, uma reativação que tinha surgido durante a tarde, adiantou. Segundo Patrícia Gaspar, os principais incêndios dos últimos dias no concelho da Sertã e de Nisa estão em fase de conclusão, "com meios no local e operações de vigilância, prontos para responder a eventuais reativações". "Neste momento concentramos ainda quatro grupos de reforço empenhados designadamente na Sertã e em Nisa, que são incêndios que têm um perímetro muito vasto", sublinhou. A responsável adiantou, no 'briefing' na sede da ANPC, em Carnaxide, que, na sexta-feira, "foram desmobilizadas as duas equipas terrestres e não foi acionado, para já, nenhum meio aéreo". 

"Mantemos a porta aberta para eventuais necessidades em termos de meios aéreos caso ao longo do dia seja necessário, mas neste momento o único avião estrangeiro que está em Portugal é de Marrocos, que permanece na base área de Monte Real", acrescentou à Lusa. Adiantou ainda que, cerca das 10:00, as vias estavam todas circuláveis. No 'briefing', Patrícia Gaspar afirmou que se mantém "o alerta laranja", uma situação que, contudo, irá ser reavaliada, durante o dia de hoje. A Proteção Civil tem estado em "estreita articulação" com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera para ir atualizando as informações meteorológicas para os próximos dias. Durante o dia de hoje mantêm-se as temperaturas elevadas que podem atingir os 35 e os 37 graus no interior centro e sul e em especial nos distritos de Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e Faro. Para domingo e segunda-feira prevê-se uma ligeira descida das temperaturas, mas ainda persiste o vento forte com rajadas até 55 quilómetros por hora, sobretudo a sul do Cabo Carvoeiro durante a tarde, que será ainda "mais intenso" nas terras altas, adiantou Patrícia Gaspar. "A humidade relativa do ar será inferior a 20% em todo o país, embora tenha depois uma boa recuperação noturna", frisou. Apesar de serem dois dias com condições não tão desfavoráveis à progressão dos incêndios florestais, Patrícia Gaspar chamou a atenção para "o risco de incêndio se manter alto e às vezes até muito elevado em muitos concelhos do país". "Portanto, todo o cuidado continua a ser pouco", vincou. "Estamos no período crítico, em matéria de incêndios florestais, pelo que o uso do fogo junto aos espaços florestais é proibido", lembrou.


Jovem de 18 anos é a 113ª vítima dos protestos contra Maduro

Presidente da Venezuela proibiu manifestações no país para não atrapalhar a votação da Assembleia Constituinte, agendada para este domingo



Um jovem de 18 anos morreu baleado nesta sexta-feira (28) durante um protesto contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a dois dias da eleição da Assembleia Constituinte. Esta foi a 113ª morte registrada durante os protestos nos últimos quatro meses.

Segundo divulgado pelo Ministério Público do país, a vítima é Gustavo Villamizar. Ele estava na cidade de San Cristóbal, no estado de Táchira, no oeste do país, quando foi atingido, como publicado pela "France Presse".
Na última quinta-feira (27), Maduro proibiu que fossem realizadas manifestações que pudessem atrapalhar a eleição da Assembleia Constituinte, com pena de cinco e dez anos de prisão. Já a oposição, denominada Mesa da Unidade Democrática (MUD), pediu que os protestos prossigam até domingo, que é o dia da votação.

Irão afirma que norte-americanos dispararam contra os seus navios no Golfo Pérsico

Teerão 29 jul - A Guarda Revolucionária do Irão afirmou hoje que um porta-aviões da Marinha dos Estados Unidos fez disparos de advertência de forma "não profissional" a navios iranianos, divulgou a agência oficial de notícias iraniana IRNA.

A agência de notícias, citando uma declaração da Guarda Revolucionário, informou que o USS Nimitz, acompanhado por outro navio e um helicóptero, chegou perto de uma plataforma `offshore` de petróleo iraniana no Golfo Pérsico e de barcos tripulados por elementos da Guarda.

O confronto ocorreu na sexta-feira à tarde e os navios da Marinha dos Estados Unidos deixaram a área após este encontro.
O incidente decorreu depois de um barco de patrulha da Marinha dos Estados Unidos terem disparado tiros de advertência, na terça-feira, perto de um navio iraniano, que segundo os marinheiros norte-americanos teria aproximado-se perigosamente da sua embarcação.
O Irão e os Estados Unidos frequentemente têm este tipo de encontro no Golfo Pérsico, quase sempre envolvendo a Guarda Revolucionária, uma força separada das forças armadas do Irão que responde apenas ao líder supremo do país.
Em janeiro, o USS Mahan disparou tiros contra os barcos iranianos de ataque rápido quando estes aproximaram-se do porta-aviões no Estreito de Ormuz.
As forças iranianas veem a presença norte-americana no Golfo como uma provocação. Acusam a Marinha dos Estados Unidos de ter um comportamento não profissional, especialmente no Estreito de Ormuz, através do qual passa um terço de todo o petróleo produzido no mundo.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

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sexta-feira, 16 de junho de 2017

MUNDO

Paris pede a Washington coordenação de sanções contra Rússia

A França pediu hoje aos Estados Unidos para "respeitar a coordenação necessária" com os seus parceiros europeus, após a aprovação pelo Senado de um projeto de novas sanções norte-americanas contra a Rússia, que podem penalizar empresas europeias.


H
á vários anos que sublinhamos junto dos Estados Unidos as dificuldades que suscitam as legislações de alcance extraterritorial", declarou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros.
"Em questões relacionadas com a segurança e com a política industrial europeia, esperamos que os Estados Unidos respeitem a coordenação necessária, nomeadamente no quadro do G7" (grupo dos sete países mais industrializados), adiantou.
O Senado norte-americano aprovou na quinta-feira quase por unanimidade uma proposta de lei com novas sanções contra a Rússia, que terá ainda de ser analisada e aprovada pela Câmara dos Representantes.
O porta-voz da chanceler alemã, Angela Merkel, também disse hoje que Berlim "rejeita sanções com consequências extraterritoriais".
Steffen Seibert indicou que Merkel está "substancialmente de acordo" com as preocupações e convicções expressas num comunicado conjunto do seu chefe da diplomacia, Sigmar Gabriel, e do chanceler austríaco, Christian Kern, sobre a questão e divulgado na quinta-feira.
Sigmar e Kern consideraram que as medidas podem penalizar "empresas europeias, envolvidas no alargamento de um projeto destinado ao abastecimento energético".
Os responsáveis referem concretamente o projeto do gasoduto Nord-Stream II, no qual participa a Rússia, e do qual dependem "milhares de postos de trabalho", além do abastecimento energético da Europa.
O novo gasoduto, ligando a Rússia à Alemanha e passando pelo mar Báltico, duplicará em 2019 a quantidade de gás russo que chega à Alemanha pelo Nord-Stream I.
Na sua construção estão envolvidos o consórcio russo Gazprom, bem como a empresa francesa Engie, as alemãs Uniper e Wintershall, a austríaca OMV e a holandesa Shell.

MUNDO

Trump anuncia hoje novas restrições a viagens e negócios entre EUA e Cuba


Washington, 16 - O presidente americano, Donald Trump, anunciará nesta sexta-feira, 16, mudanças na política de reaproximação com Cuba adotada por seu antecessor, Barack Obama. As alterações devem ser pontuais, mas o republicano deve utilizar uma retórica agressiva em relação ao governo de Raúl Castro, com exigência de eleições livres e libertação de presos políticos para que haja avanços na agenda bilateral.

As principais alterações serão a proibição de viagens individuais à ilha e o veto de gastos em hotéis, restaurantes, bares e outros estabelecimentos controlados pelos militares ou pelo serviço de inteligência do país - o Exército é dono de grande parte da infraestrutura de turismo de Cuba.

O objetivo é estimular os americanos a se hospedar nas "casas particulares" e a comerem nos "paladares" - restaurantes de propriedade dos pequenos empresários da ilha. Como ocorreu durante o governo Obama, as viagens a turismo continuam proibidas. A diferença é que não será mais possível ir à ilha de maneira individual dentro da categoria de "intercâmbio pessoal", uma das 12 existentes. As visitas terão de ser feitas em grupo, mas não precisarão da autorização prévia que era exigida antes das alterações anunciadas por Obama e Raúl Castro em dezembro de 2014.

Os voos diários entre os EUA e Cuba e as linhas de cruzeiros lançados no ano passado continuarão em operação. Não haverá mudanças na permissão de viagens de cubano-americanos, nem na possibilidade de remessas de dinheiro a seus parentes em Cuba. O restabelecimento de relações diplomáticas e o funcionamento de embaixadas ficarão intocados.

Endurecimento

Segundo assessores da Casa Branca, o objetivo das mudanças é evitar o fluxo de dinheiro para o Exército e os setores de inteligência e segurança cubanos. "A política de Obama enriqueceu o regime e aumentou a repressão na ilha", disse um dos integrantes do governo que participou de teleconferência ontem sobre as mudanças - é praxe que eles não se identifiquem.

"Trump vai jogar alguma carne vermelha para os cubano-americanos de linha dura, mas a política na prática vai mudar só de maneira marginal", avaliou Richard Feinberg, especialista em Cuba e professor de Política Econômica Internacional da Universidade da Califórnia em San Diego. Segundo ele, a proibição de fazer negócios com o Exército não terá impacto sobre empresas americanas, que não têm investimentos em setores controlados pelos militares. A única exceção é a rede Marriott, que administra dois hotéis na ilha. "Claro que os hotéis americanos gostariam de entrar em Cuba, mas isso não aconteceu com Obama."

A mudança mais evidente será a retórica. A cordialidade demonstrada por Obama em seus encontros com Raúl Castro será substituída pelo discurso agressivo de exigência de respeito aos direitos humanos e a regras democráticas, totalmente ausente da agenda de Trump em outros países.

"O presidente deixou claro que vai olhar para regimes repressivos nesse hemisfério", justificou um dos assessores da Casa Branca durante a teleconferência sobre as medidas.

Trump fará o anúncio em Little Havana, em Miami, coração da comunidade de cubanos que fugiram da ilha para os EUA depois da Revolução de 1959. O local escolhido foi o Teatro Manuel Artime, batizado em homenagem a um dos veteranos da invasão da Baía dos Porcos, uma operação fracassada patrocinada pela CIA em 1961 com o objetivo de derrubar o governo de Fidel Castro. As informações são do jornal

quinta-feira, 15 de junho de 2017

NOTICIA DO MUNDO

APÓS ACUSAÇÃO DE APOIO AO TERRORISMO, QATAR COMPRA US$ 12 BILHÕES EM CAÇAS AMERICANOS


O Qatar celebrou um acordo com os americanos de compra de caças F-15 no valor total de 12 bilhões de dólares, apesar das acusações contra Doha expressas há pouco pelo presidente dos EUA, Donald Trump, relativamente ao apoio do terrorismo

O Qatar celebrou um acordo com os americanos de compra de caças F-15 no valor total de 12 bilhões de dólares, apesar das acusações contra Doha expressas há pouco pelo presidente dos EUA, Donald Trump, relativamente ao apoio do terrorismo, comunica a agência Reuters, citando o Ministério da Defesa qatarense.
Segundo informaram as fontes, o encontro entre o chefe do Pentágono, James Mattis, e representantes qatarenses a fim de assinar o respectivo contrato deverá se realizar nesta quarta-feira (14), afirma a Reuters. Já de acordo com as informações da Bloomberg, trata-se de 36 caças.
Em novembro de 2016 foi revelado que o Departamento de Estado dos EUA aprovou a venda ao Qatar de 72 caças de 4ª geração F-15QA no valor total de 21,1 bilhões de dólares.
Na sexta-feira passada (9), o presidente americano, Donald Trump, acusou o Qatar de financiar o terrorismo e afirmou que chegou a hora de por fim a esta prática.
No início deste mês, a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Egito romperam as relações diplomáticas com Doha e suspenderam todos os tipos de comunicação com o Qatar, acusando-o de apoiar o terrorismo e intervir nos assuntos internos dos países. Já depois, a Mauritânia, as Maldivas e o Maurício também anunciaram a ruptura dos laços diplomáticos com o governo qatarense. A Jordânia e o Djibuti, por sua vez, baixaram o nível das suas missões diplomáticas no Qatar, enquanto o Senegal, o Níger e o Chade retiraram seus embaixadores.

MUNDO

Ataque em hotel e restaurante de Mogadíscio deixa mortos

Homem-bomba usou carro para atingir frente do único hotel com boate de Mogadício. Cerca de 20 pessoas também foram feitas reféns em restaurante.


A Forte explosão, seguida de um ataque a tiros, perto de um movimentado hotel e um restaurante de Mogadício, na Somália, deixou ao menos 19 mortos na quarta-feira (14). O grupo radical islâmico Al Shabab reivindicou a autoria da ação.
ataque foi cometido por um homem-bomba, que teria se jogado com um carro contra a entrada do Posh Hotel, no centro da capital somali. O hotel é o único que tem uma boate em toda Mogadíscio. Em seguida, o restaurante Pizza House foi invadido e cerca de 20 pessoas foram feitas reféns.
O balanço de mortes ainda está incerto. A Reuters diz que 19 morreram, mas a Associated Press afirma que foram 31 mortos. O chefe da polícia da Somália, Abdi Bashir, disse à Reuters que os cinco atiradores foram mortos.
A capital da Somália é alvo frequente de ataques terroristas, principalmente do Al Shabab, que realiza habitualmente atentados contra civis, policiais, representantes do governo e militares. Essa campanha de atentados suicidas faz parte da tentativa de derrubar o governo somali e impor sua interpretação radical do islamismo.
A milícia islâmica, que anunciou em 2012 sua adesão formal à Al Qaeda, luta para instaurar um Estado islâmico de corte wahhabita na Somália, onde já controla grandes extensões de território no sul e no centro do país.
O país é atormentado por conflitos armados desde 1991, quando os líderes de milícias locais derrubaram o ditador Siad Barre e depois começaram a lutar um contra o outro.

MUNDO

Trump diz que notícia sobre obstrução da justiça é 'falsa'

Segundo o jornal 'The Washington Post', o presidente americano estaria sendo investigado pelo conselheiro jurídico Robert Mueller por tentar limitar as pesquisas sobre as possíveis interferências russas.


O presidente americano, Donald Trump, recorreu ao Twitter nesta quinta-feira (15) para classificar como falsa uma notícia que o acusa de obstruir a justiçanas investigações sobre uma suposta intromissão russa nas eleições americanas de novembro passado.
Segundo informações do “The Washington Post” nesta quarta-feira (14), Trump estaria sendo investigado por Robert Mueller, conselheiro jurídico especial.
"Eles fizeram um falso conluio com a história russa. Acharam zero prova, e agora falam de obstrução de justiça numa notícia falsa. Legal", tuitou o chefe de Estado.
Mueller foi nomeado procurador especial para o caso russo após a demissão em maio do ex-diretor do FBI, James Comey, que depois assegurou que o presidente, antes de demiti-lo, tinha lhe pedido que "deixasse passar" as investigações sobre os vínculos do seu ex-assessor de Segurança Nacional, Michael Flynn, com a Rússia. Comey, afirmou em audição ao Congresso na última semana acreditar que Trump o demitiu com a intenção de limitar as investigações sobre as possíveis interferências russas.
Os advogados do presidente Trump definiram "ultrajante, intolerável e ilegal" o vazamento do The Washington Post. Um advogado de Trump, Mark Corallo, atribuiu o vazamento a fontes do FBI

Especialista alemão alerta que Europa não sabe tudo sobre alterações climáticas

Vila Nova de Gaia, Porto 15 jun (Lusa) - A Europa está longe de saber tudo sobre as alterações climáticas, defendeu hoje em Vila Nova de Gaia o investigador alemão Hans-Gunther Clev, na abertura do Fórum Internacional "Gaia Todo um mundo" que decorre até domingo.
Orador de uma palesta subordinada ao tema "O papel da Europa", o também membro da Agência Europeia de Energia Ucraniana entende dever a Europa "aproveitar o que, por vezes, são boas experiências locais de criação de energia".
"Não podemos pensar que a razão está sempre do nosso lado, a Europa está longe de saber tudo sobre as alterações climáticas", salientou o especialista que exemplificou "com a forte oposição dos ecologistas alemães quando o governo avançou para a instalação de torres eólicas".
E prosseguiu: "Foi um grande problema, também, ao nível social, porque por cada torre colocada num terreno agrícola tivemos de arranjar outro para que essa pessoa não perdesse o emprego", disse o também Diretor Geral de Governação Regional na Alemanha.
Conhecedor da situação ucraniana, "um país com uma realidade sociocultural diferente da germânica", Clev forneceu outro exemplo de como nem sempre os avanços tecnológicos "resultam em vantagens sociais".
"Na Ucrânia, num prédio de construção pública, o consumo médio mensal de eletricidade é de 2,50 euros enquanto nos privados, com todos as comodidades, o custo pode atingir os 100 euros", explicou.
Para evitar estas discrepâncias numa Europa "onde não há um plano global de energia", apesar de em 1890 o químico sueco Svante Arrhenius ter apresentado "o primeiro cálculo do aquecimento do planeta", o especialista alemão defendeu medidas ousadas e duradouras.
"No futuro teremos de ser capazes de desenvolver energia sem riscos, que seja barata, armazenável", disse de um plano que entende dever ser assumido pela União Europeia "concentrando os fundos para a investigação".
E advertiu: "Há que pensar o longo prazo e alterar, por exemplo, a regulamentação que impede o cidadão de produzir eletricidade na sua habitação. Não faz sentido que assim não seja, é estúpido!".
Apelando a um outro exemplo alemão, lembrou que o seu país "em face do excesso de energia produzida que ninguém quis comprar, se viu obrigado a oferecê-la à Holanda".
"O resultado disso foi que o preço da eletricidade na Alemanha duplicou e na Holanda reduziu 10 cêntimos", comparou.
Frisando que as alterações climáticas "são apenas um dos efeitos da política energética", apontou "a energia nuclear, os resíduos nucleares, a destruição das florestas e a perda da biodiversidade para terrenos agrícolas como outros fatores a ter em conta num processo nada fácil de gerir".
Na abertura do evento, o presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues apontou no mesmo sentido de Clev quando afirmou "ser possível falar de sustentabilidade, de ambiente e continuar a gostar das pessoas e contra os radicalismos na defesa do ambiente".
"Todas as pessoas fazem parte do ecossistema", salientou o autarca.
Da Religião à Moda, passando pelas Instalações Nucleares, Energia, Hidrografia ou Cidades Sustentáveis, são mais de 20 personalidades de vários pontos do mundo que participam em painéis de debate que terão lugar no fórum em Vila Nova de Gaia, em locais tão distintos como a Capela Convento Corpus Christi ou o Armazém 22.

INCÊNDIO EM LODRES

Sobe para 17 número de mortes provocadas por incêndio em prédio de Londres

O incêndio começou na madrugada da quarta-feira (hora local) e, além dos mortos, deixou 37 pessoas hospitalizadas, 17 delas em estado grave

Pelo menos 17 mortes foram confirmadas no grande incêndio que atingiu um prédio residencial no oeste de Londres. Hoje (15/6), a Polícia Metropolitana além de confirmar os óbitos, informou também que o número de mortos deve aumentar ainda mais devido ao estado crítico de alguns dos feridos no incidente e ao número de pessoas que não conseguiram deixar o edifício e ainda não foram encontradas pelos bombeiros.
O incêndio começou na madrugada da quarta-feira (hora local). Há ainda 37 pessoas hospitalizadas, 17 delas em estado grave, afirmou a polícia pelo Twitter. A comissária do Corpo de Bombeiros de Londres, Dany Cotton, disse que há um "número desconhecido" de pessoas na Grenfell Tower, mas que as equipes não esperam encontrar mais nenhum sobrevivente, de acordo com a imprensa local. "Tragicamente, agora não esperamos achar mais ninguém com vida. A severidade e o calor do fogo significariam um milagre absoluto para qualquer um que estivesse vivo", comentou ela à rede Sky News. 

SENADOR DOS EUA

Senado dos EUA aprova novas sanções contra Rússia

O Secretário de Estado dos EUA Rex Tillerson se queixou da medida, que classificou como um potencial impedimento ao diálogo com Moscou.


O Senado dos Estados Unidos votou nesta quarta-feira (14) a imposição de mais sanções contra a Rússia por sua suposta ingerência nas eleições presidenciais de 2016. O Secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, tinha alertado que essa medida poderia impedir um "diálogo construtivo" com Moscou.
Por 97 votos a favor e apenas dois contra, os senadores validaram um plano bipartidário sobre a Rússia. Um texto que será incluído em outra lei com sanções ao Irã que a câmara alta pode aprovar esta semana.
O plano, que necessita ainda da autorização da Câmara dos Representantes e da Casa Branca, ampliaria as sanções aos setores de defesa e inteligência militar da Rússia e aos responsáveis pelos ciberataques, e limitaria a capacidade do presidente Donald Trump de suspender essas restrições.
Tillerson expressou nesta semana sua reticência sobre esse pacote de sanções, salientando como poderiam pôr em perigo o esforço que ele lidera para endireitar as relações com Moscou, em particular no contexto da guerra na Síria.
"Peço ao Congresso para assegurar-se que qualquer legislação permita ao presidente ter a flexibilidade para ajustar as sanções para adaptar-se às necessidades do que sempre é uma situação diplomática mutável", disse hoje Tillerson durante uma audiência perante o Comitê de Assuntos Exteriores da Câmara.
"Pedimos flexibilidade para aumentar a temperatura quando seja necessário, mas também para assegurar-nos que podemos manter um diálogo construtivo", acrescentou o chanceler dos EUA.

O plano aprovado pelo Senado imporia novas sanções a quem efetua "atividades cibernéticas maliciosas" em nome de Moscou, a quem fornece armas ao governo do presidente sírio, Bashar al Assad, e a pessoas vinculadas aos setores de inteligência e defesa da Rússia, entre outras.
O acordo também dá ao Congresso 30 dias - ou 60 dias se for próximo ao recesso de agosto - para revisar e potencialmente bloquear a ação de Trump, caso o presidente decida suspender ou reduzir as sanções contra Moscou.
Além disso, o acordo complica a suspensão das sanções já impostas à Rússia durante o governo do presidente anterior, Barack Obama, e permite estendê-las a outros setores da economia russa.
"É hora de responder ao ataque russo à democracia americana com força, com determinação, com unidade e com ação", disse o senador republicano John McCain antes da votação no plenário do Senado.
A ação do Senado acontece em meio às investigações no Congresso e no Departamento de Justiça sobre a suposta ingerência russa nas eleições presidenciais, e os possíveis laços com Moscou do comitê de campanha de Trump.

Coreia do Norte diz que liberou estudante americano por questões humanitárias

Família disse que Otto Warmbier está em coma desde março de 2016.
A Coreia do Norte afirmou nesta quinta-feira (15) ter liberado o estudante americano Otto Warmbier, de 22 anos, por "questões humanitárias", segundo a Reuters. O universitário tinha sido condenado a 15 anos de trabalhos forçados por roubar um cartaz em um hotel de Pyongyang.
família disse que ele está em coma desde março de 2016, quando contraiu botulismo, mas que só soube da condição de saúde do rapaz uma semana antes da sua libertação.
A agência norte-coreana KCNA afirmou apenas que ele foi colocado em liberdade após uma decisão judicial e não divulgou mais detalhes. A libertação ocorreu no dia em que o ex-jogador de basquete Dennis Rodman chega para uma nova visita em solo norte-coreano.

"Ele está sendo levado num transporte médico para os EUA. A brutalização e o terrorismo que os norte-coreanos impuseram a Otto e à família Warmbier terminaram. Graças a Deus", disseram seus pais à rede CNN.
Warmbier foi condenado em 16 de março do ano passado pela Suprema Corte norte-coreana a 15 anos de trabalhos forçados depois de roubar um cartaz com slogan político em uma área reservada aos funcionários do hotel em Pyongyang onde estava alojado. Dia 16 de março do ano passado também foi a última vez que Warmbier foi visto publicamente.
Em abril passado, um missionário sexagenário com nacionalidade americana e norte-coreana, chamado Kim Dong-Chul, foi condenado a dez anos de trabalhos forçados por espionagem.

Tiroteio em empresa de encomendas nos EUA deixa 4 mortos; atirador se suicidou

Prédio é localizado a cerca de 4 quilômetros do centro da cidade, na área de Potrero Hill. Nome das vítimas não foi divulgado.
Quatro pessoas morreram após tiros serem disparados pouco antes das 9h (13h, em Brasília) na unidade da empresa de encomendas UPS em San Francisco, nos Estados Unidos, segundo entrevista de Toney Chaplin, chefe assistente da polícia, ao jornal local "San Francisco Chronicle". O policial também informou que duas outras pessoas foram feridas.
Ainda de acordo com Chaplin, o atirador está entre os mortos - ele disparou contra si mesmo quando a polícia chegou. O nome das vítimas não foi divulgado.
O prédio é localizado a cerca de 4 quilômetros do centro da cidade, na área de Potrero Hill. Em entrevista à AP, o diretor do Hospital Geral Zuckerberg, disse que recebeu algumas das vítimas, mas não informou exatamente o número de feridos. A polícia de San Francisco confirmou a operação.
Em nota, a UPS confirmou o tiroteio envolvendo quatro funcionários durante a manhã. Eles dizem que as forças locais estão conduzindo uma investigação. A empresa também disse que não pode passar informações e identificar as pessoas envolvidas até o momento, já que está pendente para a investigação da polícia.


Incêndio de grandes proporções mata 12 pessoas e fere 78 em Londres

O fogo começou no segundo andar e tomou todo o prédio de 24 andares.
Pelo menos, 20 ambulâncias foram usadas para transportar os feridos.


Um incêndio em Londres, considerado sem precedentes pelos bombeiros, destruiu um prédio residencial de 24 andares em uma área nobre da cidade.
As autoridades revisaram o número de mortos, que subiu de seis para 12. Setenta e oito pessoas ficaram feridas.
As autoridades confirmaram que não há possibilidade do prédio desabar, pelo menos por enquanto. Os bombeiros já entraram no prédio para avaliar melhor a situação e, de fato, parece que está tudo controlado.
O fogo começou no segundo andar e tomou todo o prédio de 24 andares. A escada magirus não alcançava todo o prédio e isso prejudicou o combate ao fogo. O incêndio foi classificado pelo prefeito de Londres como um grande incidente, termo técnico usado para ativar vários serviços de segurança de forma coletiva.
Pelo menos, 20 ambulâncias levaram os feridos para os hospitais, pessoas que sofreram quedas e também queimaduras. Por enquanto, o número de mortos chega a 12, mas há desaparecidos.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

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quinta-feira, 16 de março de 2017

Centrais convocam atos e greves na 4ª contra reforma da Previdência, metrô e ônibus param em SP

SÃO PAULO (Reuters) - Centrais sindicais convocaram para a quarta-feira manifestações e greves em várias cidades do país em um protesto contra a proposta de reforma da Previdência apresentada ao Congresso Nacional pelo governo do presidente Michel Temer que, para os sindicalistas, retirará direitos dos trabalhadores.
Em algumas cidades, como São Paulo e Belo Horizonte, sindicatos que representam trabalhadores do transporte público anunciaram paralisações, em alguns casos de 24 horas, como a divulgada pelos metroviários das capitais paulista e mineira. Motoristas e cobradores dos ônibus de São Paulo também anunciaram que cruzarão os braços das 0h às 8h de quarta.
O Metrô de São Paulo obteve na Justiça do Trabalho liminar que determina, sob pena de multa diária de 100 mil reais, que os metroviários mantenham 100 por cento dos serviços entre 6h às 9h e das 16h às 19h, além de manter 70 por cento das composições funcionando nos demais horários.
No entanto, em assembleia na noite desta terça-feira, trabalhadores vinculados ao Sindicato dos Metroviários de São Paulo decidiram manter a paralisação de 24 horas na quarta-feira. A entidade afirmou que embora respeite a decisão da Justiça do Trabalho, entrará com recurso no tempo previsto em lei. Dessa forma, o serviço deve ser encerrado à meia-noite desta terça-feira e retomado somente às 4h40 de quinta-feira.
O Metrô promete descontar as horas dos funcionários que aderirem à paralisação e disse que "serão adotadas todas as medidas necessárias para garantir a oferta do transporte metroviário".
No caso dos motoristas e cobradores de ônibus, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que o sindicato da categoria garanta o funcionamento do sistema de transporte coletivo de ônibus, com o mínimo de 85 por cento da frota operando em linhas que atendam hospitais e escolas e 70 por cento nas demais linhas, sob pena de multa de 5 milhões de reais por hora de descumprimento.
O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região também anunciou que agências em "principais corredores e centros administrativos" não abrirão. Trabalhadores do setor de educação prometem paralisações na quarta-feira em várias grandes cidades do país.
A manifestação principal em São Paulo está marcada para as 16h no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Pela manhã, policiais civis, militares, federais, rodoviários, agentes penitenciários e guardas municipais convocaram um ato contra a reforma da Previdência em frente à Assembleia Legislativa do Estado, na região do Ibirapuera, zona sul da cidade.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), criticou os atos. "Não há nenhum motivo para essa paralisação. Aliás, o dissídio dos metroviários é em maio, nós estamos em março", disse Alckmin a jornalistas. "A reforma da Previdência, que é discutida em Brasília, no Congresso Nacional, o que tem a ver com o trabalhador que precisa trabalhar e depende do metrô?", questionou.
Também às 16h, no Rio de Janeiro, os trabalhadores devem se reunir na Cinelândia. Em Brasília o ato está marcado para a manhã, às 8h, na Catedral da capital federal.
"O que Temer quer fazer não é reformar a Previdência, é acabar com a aposentadoria”, criticou o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vágner Freitas.
PRINCIPAIS CRÍTICAS
Entre os pontos mais criticados pelos sindicalistas na proposta de reforma do governo Temer está a idade mínima de 65 anos, a necessidade de se contribuir 49 anos para obter o benefício integral e o estabelecimento de um período mínimo de 25 anos de contribuição para se aposentar.
"Até economistas que sempre se posicionaram favoravelmente ao governo entendem que a proposta apresentada é severa demais e que vai penalizar principalmente quem recebe salários menores, quem começou a trabalhar mais cedo e os jovens, que estão iniciando agora suas carreiras", disse o presidente da Força Sindical, o deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força.
"Esperamos a participação maciça de trabalhadores, aposentados e demais setores da sociedade, pois são os nossos direitos a uma vida digna que estão em jogo e temos de demonstrar ao governo, aos parlamentares e à sociedade que não aceitamos que nossas conquistas sejam suprimidas para cobrir um rombo causado por sucessivos desmandos e equívocos de anos de desgoverno", acrescentou o parlamentar.